Importa ser elegante com sobriedade, saber portar-se e ver a moda como uma exteriorização do interior. Deve a mulher não ser desleixada (como se só o interior importasse), mas também não ser obcecada por andar sempre na última moda sem critério algum. E, ao buscar a modéstia, não deixará de ser contemporânea.

Proposta do Blog


Quando quero indicar uma roupa, faço em postagens do tipo “sugestões para o inverno” ou “roupa modesta para o trabalho”. Nos “modelos de elegância”, não estou indicando a roupa como modesta em si mesma, mas fazendo um apanhado geral das fotos quanto a esse quesito específico: elegância. Para que essas roupas e modelos, que são elegantes, sejam modestas, se pode adaptar. Por exemplo, um vestido um pouco curto, mas bonito, serve de modelo para que se tenha um parecido, mas, claro, mais longo. Ou uma blusa com um decote inapropriado pode ser mostrada porque é bonita e levando-se em consideração que se pode colocar um lenço sobre o colo, ou um casaco por cima, ou ainda que o decote não seja profundo. 

Veja: no caso do post sobre a Katie Holmes, em momento algum estou recomendando que se use aquele primeiro vestido curtíssimo, tal como está, e sim que aquele vestido é, em geral, bonito, e que, corrigidos seus defeitos (o seu tamanho, por exemplo), ficará modesto. Pensei que tinha ficado claro isso, mas reconheço que talvez tenha passado outra mensagem, pelo que peço perdão. Aliás, é justamente por reconhecer que precise ser mais explícita que os próximos “modelos de elegância” levarão comentários em algumas roupas que precisem de ajustes. Algo do tipo: “A roupa é bonita e elegante, não é brega, mas para ficar modesta é bom que se use um bolero”.
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